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  Tradução ou adivinhação? 


Fonte: http://www.irr.org/mit/divination.html
Tradução: Stephen Adams

Texto e ilustrações © protegido por direitos autorais 1999 Institute For Religious Research. All rights reserved.

A igreja do Senhor Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias publicou muitas imagens de Joseph Smith ditando o Livro de Mórmon. Estas representações normalmente mostram Joseph sentado em uma mesa examinando cuidadosamente as placas de ouro que estão à sua frente na mesa (1). A impressão que se tem é que o processo de ditar envolveu o contato visual direto de Joseph com as placas.  joseph-plates-sm-sh.gif (38165 bytes)

Porém, este cenário não se enquadra com o testemunho daqueles que foram testemunhas oculares ao Joseph Smith ditar o Livro de Mórmon. Estas testemunhas incluem todas as Três Testemunhas do Livro de Mórmon (os mesmos indivíduos cujo testemunho aparece na frente de toda cópia do Livro de Mórmon), como também a esposa de Joseph Smith, Emma Hale Smith. Eles contam uma história semelhante de Joseph colocando uma pedra de vidente mágica em seu chapéu, enterrando o rosto no chapéu e procedendo em ditar o Livro de Mórmon. Joseph alegou ver no chapéu escurecido as palavras que ele ditou. Algumas das testemunhas comentaram que as placas de ouro às vezes nem mesmo estavam à vista quando Joseph ditou o Livro de Mórmon. Esta evidência do verdadeiro método de tradução de Livro de Mórmon foi discutida em pelo menos joseph-stone-sm-sh.gif (33671 bytes)seis artigos eruditos diferentes e vários livros por historiadores mórmons nos últimos 30 anos (2). 

Adivinhação: "Descoberta do que está escondido ou obscuro por meios sobrenaturais ou mágicos”.— Dicionário de inglês Oxford

É difícil de evitar a conclusão de que a Igreja SUD deseja se distanciar da evidência constrangedora de que Joseph Smith descobriu e produziu o Livro de Mórmon em um contexto de magia / adivinhação / clarividência. Nós encorajamos todos os membros da Igreja SUD e outros que estão interessados nas alegações SUD, a revisarem cuidadosamente esta importante evidência. Aqui está o testemunho ocular do procedimento de ditar de Joseph Smith, seguido por algumas breves observações e conclusões.  esmith-cap.jpg (31187 bytes)

 Emma Hale Smith, esposa de Joseph, foi a primeira pessoa a servir como seu escriba. Aqui está seu testemunho, como recontado a seu filho Joseph Smith III: 

 "Ao escrever para seu pai, freqüentemente escrevi dia após dia, muitas vezes sentada à mesa perto dele, ele sentado com sua face enterrada no chapéu, com a pedra nela, e ditando hora após hora com nada entre nós”.(3) 

David Whitmer foi uma das Três Testemunhas do Livro de Mórmon. A maioria do trabalho de tradução ocorreu na casa de Whitmer.  whitmer-cap.jpg (32649 bytes)

  “Agora lhes darei uma descrição da maneira na qual o Livro de Mórmon foi traduzido. Joseph Smith colocava a pedra de vidente em um chapéu, depois colocava seu rosto no chapéu e o fechava bem com as mãos para ocultar da luz; e no escuro brilhava a luz espiritual. Aparecia um pedaço de algo semelhante a um pergaminho, e nele aparecia a escritura. Aparecia um caractere por vez, e debaixo dele aparecia sua interpretação em inglês. O irmão Joseph lia o inglês em voz alta a Oliver Cowdery, que era seu principal escriba e quando este anotava, repetia ao irmão Joseph para ver se estava correto, então desapareceria, e outro caractere com a interpretação apareceria. Assim o Livro de Mórmon foi traduzido pelo dom e poder de Deus, e não por qualquer poder do homem". (4)  

“Eu, como também todos da família de meu pai, a esposa de Smith, Oliver Cowdery e Martin Harris, estavam presente durante a tradução.... Ele [Joseph Smith] não usou as placas na tradução”. (5) 

Martin Harris, também uma das Três Testemunhas do Livro de Mórmon, contou esta informação para seu harris-cap.jpg (32397 bytes)amigo Edward Stevenson, que depois se tornaria parte do Primeiro Conselho dos Setenta SUD. 

“Martin Harris relatou um incidente que ocorreu durante o tempo em que ele escreveu aquela parte da tradução do Livro de Mórmon que ele foi pedido para escrever direto da boca do profeta Joseph Smith. Ele disse que o profeta possuía uma pedra de vidente pela qual ele foi permitido a traduzir, como também do Urim e Tumim, e por conveniência ele usou a pedra de vidente. Martin explicou como foi a tradução: com a ajuda da pedra de vidente, apareceriam frases que eram lidas pelo profeta, depois escritas por Martin, e quando terminava este dizia ‘escrito’ e se aquela frase escrita estava correta aquela frase desaparecia e outra aparecia em seu lugar, mas se o escrito não estava correto, então ela permanecia até ser corrigido, de forma que a tradução era como estava gravada  nas placas, justamente no idioma usado então”. (6) 

Oliver Cowdery foi o principal escriba de Joseph para o Livro de Mórmon, e outro das Três Testemunhas do Livro de Mórmon.  cowdery-cap.jpg (30410 bytes)

"Esses foram dias inolvidáveis—ouvir o som de uma voz ditada pela inspiração do céu despertou neste peito uma profunda gratidão! Dia após dia continuei ininterruptamente a escrever o que lhe saía da boca, enquanto ele traduzia a história ou relato chamado 'O Livro de Mórmon' com o Urim e Tumim, ou, como teriam dito os nefitas, 'Intérpretes'.(7)

Como descrito depois neste artigo, o uso dos termos “Urim e Tumim” por Cowdery foi designação comum entre os mórmons depois de 1833, para a pedra de vidente de Joseph. 

Outras testemunhas oculares

 Os testemunhos de Emma Smith, Whitmer, Harris e Cowdery são confirmados por outras testemunhas oculares. 

Isaac Hale, o pai de Emma Hale Smith, declarou em um depoimento de 1834: “a maneira na qual ele pretendeu ler e interpretar, era igual a quando ele caçava tesouros, com uma pedra em seu chapéu, e o chapéu sob seu rosto, enquanto o Livro das Placas ao mesmo tempo estava escondido nos bosques.” (8) 

O relato em primeira mão de Michael Morse, cunhado de Emma Smith, foi publicado em um artigo de 1879 na publicação Saint’s Herald, da igreja Restaurada SUD: “quando Joseph estava traduzindo o Livro de Mórmon em mais de uma ocasião estive em sua presença e o vi empenhado em seu trabalho de tradução. Este procedimento consistia em Joseph colocar a pedra de vidente dentro de um chapéu, depois ele colocava a cabeça dentro do chapéu, cobria completamente sua face, apoiava os cotovelos nos joelhos, e ditava palavra por palavra, enquanto os escribas - Emma, John Whitmer, O. Cowdery, ou algum outro o escrevia”. (9)

Joseph Knight, Sr., um antigo membro da Igreja e um amigo íntimo de Joseph Smith, escreveu o seguinte em um documento arquivado pela igreja SUD: “ele traduzia pondo o Urim e Tumim em um chapéu e colocava sua cabeça nele, e no escuro aparecia uma frase  com letras romanas. Depois ele ditava ao escriba e assim que estivesse terminado ele dizia que iria aparecer outra e assim por diante. Mas se não fosse escrito pelo escriba corretamente a frase não desaparecia, então nós vemos que foi maravilhoso. Foi assim como ele traduziu”.(10) 

Joseph usou uma “pedra mágica” anos antes para a publicação do Livro de Mórmon 

Tem sido bem documentado por historiadores mórmons que durante vários anos antes de produzir o Livro de Mórmon, Joseph Smith estava bastante envolvido em várias práticas de ocultismo e magia, inclusive o uso de uma “pedra mágica de vidente” ou “pedra de espiar” (11). Talvez o relato mais completo desta evidência é dado por D. Michael Quinn, ex-historiador na Brigham Young University, em seu livro Early Mormonism and the Magic World View, edição revisada (Salt Lake City: Signature Books, 1988). De fato, em 1826, quatro anos antes da publicação do Livro de Mórmon, Joseph foi preso, encarcerado e examinado no tribunal em Bainbridge, Nova Iorque, com a acusação de ser “uma pessoa desordenada e um impostor” com relação a seu uso de uma pedra para procurar tesouros escondidos. Enquanto a evidência indica que ele foi considerado culpado desta acusação, o jovem Joseph aparentemente foi solto com a condição de que deixasse a área (12).

Antes da descoberta do registro do tribunal original destas acusações em 1971, o apologista mórmon Hugh Nibley, da Brigham Young University, escreveu que “se este registro de tribunal é autêntico, é a mais incriminadora evidência em existência contra Joseph Smith” (13). Este exame de tribunal (agora provado) é realmente incriminador: significa que Joseph Smith estava comprometido em caça ao tesouro fraudulento com o mesmo método da “pedra mágica de vidente” em 1826 - o mesmo período de tempo no qual, segundo sua história da PrimeiraVisão, Joseph estava recebendo visitas anuais de Moroni (1823-1827) sobre a recuperação das placas do Livro de Mórmon. Isto seguramente aumenta a pergunta de se, em sua história 

 Excerto do documento de Justiça Albert Neely, de 1826 (Clerk of the Board of Supervisors, Chenango County Office Building, Norwich, New York. Clique aqui para ver o documento completo.

  1826 Justice bill of Albert Neely

Transcrição do documento de Justiça Albert Neely, de 1826

O povo contra Samuel May/ 22 de março de 1826          Assalto e pilhagem

 o mesmo                                                      meus honorários neste caso caso         $1.99

contra Joseph Smith,                                                    contravenção

o adivinhador/ 20 de março de 1826            meus honorários na causa acima        $2.68

O que foi o “Urim e Tumim”? 

O termo “Urim e Tumim” é mencionado sete vezes no Velho Testamento (Ex.28:30; Lv. 8:8; Es. 2:63; Ne. 7:65; Dt. 33:8; Numera 27:21; 1Sm. 28:6 - nas duas últimas passagens “Urim” aparece sozinho). Nestas passagens o Urim e Tumim são apresentados como meios de revelação divina, e são muitas vezes associados com os vestuários dos sumos sacerdotes, em particular o éfode e o peitoral. A Bíblia não dá nenhuma descrição do que constituíam o Urim e Tumim, nem da maneira como era usado. O Urim e Tumim não foram usados depois da época de Davi (cerca de 1.000 a.C.): “a razão básica para seu desuso parece ter sido que Deus estava afastando Seu povo de meios físicos de revelação para uma maior dependência de Sua Palavra como escrita ou falada pelos profetas”, segundo a Enciclopédia de Bíblia Padrão Internacional (2º ed., pp. 957-59). 

 É notável que o termo “Urim e Tumim” não seja encontrado no Livro de Mórmon e nunca foi usado por Joseph Smith com referência para produzir o Livro de Mórmon até depois de 1833. Naquele ano, um amigo íntimo de Smith, W.W. Phelps, especulou que os intérpretes dos antigos nefitas mencionados no Livro de Mórmon e por Joseph Smith poderiam ser o Urim e Thummim do Velho Testamento. Phelps escreveu na publicação de SUD The Evening and Morning Star (Jan. 1833) que o Livro de Mórmon tinha sido traduzido “com a ajuda de um par de Intérpretes, ou óculos - (conhecidos talvez, nos tempos antigos, como Teraphim, ou Urim e Tumim)...” (14) As palavras de Phelps “conhecidos talvez, nos tempos antigos, como Teraphim, ou Urim e Tumim” mostram que isso só foi uma mera especulação de sua parte que ligou a pedra de vidente mágica de Joseph com o Urim e Tumim bíblico. A especulação de Phelps ganhou uma rápida popularidade ao ponto onde os escritores SUD usaram o termo Urim e Tumim para se referir tanto aos intérpretes místicos que Joseph Smith disse que estavam com as placas de ouro, e à pedra de vidente que Joseph colocou em seu chapéu enquanto ditava o Livro de Mórmon. Como resultado, muitas escritos SUD usaram o termo Urim e Tumim para pedra de vidente. Como exemplo desta confusão dos termos vemos uma citação do décimo Presidente da igreja SUD, Joseph Fielding Smith: 

 “Declarou-se que o Urim e Tumim estavam no altar no Templo de Manti quando aquele edifício foi dedicado. O Urim e Tumim tão comentado, porém, era a pedra de vidente que no começo estava na posse do profeta Joseph Smith. Esta pedra de vidente agora está na posse da igreja”.(15)  

Esta sobreposição dos termos também é refletida no testemunho de algumas das testemunhas no processo de ditar de Joseph, como a de Oliver Cowdery citada neste artigo. Porém, de acordo com David Whitmer, o texto do Livro de Mórmon inteiro que nós temos hoje veio pela pedra de vidente de Joseph e não pelos intérpretes nefitas. Em uma entrevista em 1885, Zenas H. Gurley, na época editor da publicação Saint’s Herald, da igreja Restaurada SUD, perguntou a Whitmer se Joseph tinha usado sua “pedra de adivinho” para fazer a tradução. Whitmer respondeu: 

 “... ele usou uma pedra chamada uma ‘pedra de Videntes’, pois os ‘Intérpretes’ foram tomados dele  por causa de transgressão. Os ‘Intérpretes’ foram levados de Joseph depois que ele permitiu que Martin Harris levasse as 116 páginas dos manuscritos do Livro de Mórmon como um castigo, mas foi-lhe permitido continuar e traduzir por uso de uma ‘pedra de Vidente’ que ele tinha, e o qual ele colocou em um chapéu no qual ele enterrou seu rosto e declarava a mim e a outros que os caracteres originais apareciam no pergaminho e sob eles a tradução em inglês”.(16)  

 Estes comentários de David Whitmer sobre a perda dos “Intérpretes” e o uso posterior de Joseph de sua pedra, ajudam a esclarecer um pouco a confusão sobre o quê exatamente Joseph usou para produzir o Livro de Mórmon. Quando Joseph anunciou a descoberta das placas de ouro com estranhas gravuras, ele também alegou que havia óculos especiais chamados “Intérpretes” que estavam com as placas. Joseph disse que estes eram para ajudar no processo de tradução. Porém, depois que Martin Harris perdeu as primeiras 116 páginas da tradução de Livro de Mórmon que Joseph lhe emprestou, Joseph alegou que o anjo levou de volta as placas e os Intérpretes como castigo para Joseph. Ele depois voltaria com as placas, mas disseram que ele não receberia os Intérpretes, mas lhe foi permitido usar sua pedra de vidente para produzir todo o Livro de Mórmon que temos atualmente. Com o tempo, Joseph Smith e outros se refeririam à pedra de vidente como “Intérpretes” e “Urim e Tumim”. 

Doutrina e Convênios 10:1    

Deve-se notar que a menção do Urim e Tumim em Doutrina e Convênios 10:1, datada do “verão de 1828”, foi colocada nesta revelação em uma data mais recente. Em sua forma original como capítulo IX do Livro dos Mandamentos de 1833, a revelação não faz nenhuma menção do Urim e Tumim (17) (veja a imagem escaneada do Livro dos Mandamentos de 1833, Capítulo IX). A menção de Urim e Tumim no que agora é designado D&C 10:1 apareceu pela primeira vez na edição da Doutrina e Mandamentos de 1835 onde é encontra como Seção XXXVIII

Notas 

 1. Veja, por exemplo, The Ensign, January 1996, p. 3; julho 1993, p. 62; novembro de 1988, p. 45; também o panfleto missionário, "Book of Mormon: Another Testament of Jesus Christ," (The Church of Jesus Christ of Latter-day Saints, 1987).

2. Grant H. Palmer, An Insider's View of Mormon Origins Early Mormonism and the Magic World View (Salt Lake City: Signature Books, 1987; revisado e expandido em 1998, pp. 41-ff); James E. Lancaster, "By the Gift and Power of God," Saints Herald, 109:22 (15 de novembro de 1962) pp. 14-18, 22, 33; Edward H. Ashment, "The Book of Mormon — A Literal Translation," Sunstone, 5:2 (março-abril de 1980), pp. 10-14; Richard S. Van Wagoner and Steven C. Walker in "Joseph Smith: The Gift of Seeing," Dialogue: A Journal of Mormon Thought, 15:2 (verão 1982), pp. 48-68; Blake T. Ostler, "The Book of Mormon as a Modern Expansion of an Ancient Source," Dialogue: A Journal of Mormon Thought, 20:1 (primavera 1987), pp. 66-123; Stephen D. Ricks, "The Translation and Publication of the Book of Mormon," Foundation for Ancient Research & Mormon Studies, official F.A.R.M.S. transcrito de uma palestra de vídeo, 1994, 16 páginas. 

3.  < RLDS the of>, 8 vols. (Independence, Missouri: Herald House, 1951), "Last Testimony of Sister Emma," 3:356.

4.  David Whitmer, An Address to All Believers in Christ, Richmond, Missouri: n.p., 1887, p. 12.

5.  Entrevista dada ao Kansas City Journal, June 5, 1881, reimpressa na Reorganized Church of Jesus Christ of Latter Day Saints Journal of History, vol. 8, (1910), pp. 299-300. 

6. Edward Stevenson, "One of the Three Witnesses," reimpresso do Deseret News, 30 nov. 1881 in Millennial Star, 44 (6 fev. 1882): 86-87.

7.  Oliver Cowdery, Messenger and Advocatee, (Kirtland, Ohio, 1834), vol. 1, no. 1, p.14.

8. Depoimento de Isaac Hale em 20 de março de 1834, citou em Rodger I. Anderson, Joseph Smith’s New York Reputation Reexamined, (Salt Lake City: Signature Books, 1990), pp. 126-128.

9. Entrevista de W.W. Blair com Michael Morse, Saints’ Herald, vol. 26, no. 12 (15, de junho de 1879), pp. 190-91.

10.  
Citado in Dean Jessee, "Joseph Knight's Recollection of Early Mormon History," BYU Studies, vol. 17:1 (outono de 1976), p. 35.

11. D. Michael Quinn, Early Mormonism and the Magic World View (Salt Lake City: Signature Books, 1987; revisado e expandido em 1998, pp. 41-ff); veja também Ronald W. Walker, "The Persisting Idea of American Treasure Hunting" in Brigham Young University Studies, vol. 24, no. 4 (Fall 1984), pp. 429-59, e Fawn M. Brodie, No Man Knows My History: The Life of Joseph Smith the Mormon Prophet, 2nd ed (New York: Alfred A. Knopf, 1986), pp. 16ff.

12. Quinn, pp. 44ss.; e H. Michael Marquardt e Wesley P. Walters, Inventing Mormonism: Tradition and the Historical Record (Salt Lake City: Smith Research Associates, 1994), pp. 70ff. 

13. Hugh W. Nibley, The Myth Makers (Salt Lake City: Bookcraft, 1961), p. 142.

14. W.W. Phelps, Evening and Morning Star, vol. 1, no. 8, (Independence, Missouri, January 1833) p. 2., de uma reimpressão fotomecânica do original. 

15.  Joseph Fielding Smith, Doutrinas de Salvação, 3 vols. (Salt Lake City: Bookcraft, 1956), 3:225. J.F. Smith tenta minimizar a idéia de que Joseph Smith de fato usou a pedra de vidente para produzir o Livro de Mórmon. Porém, ele não identifica as fontes para a idéia nem oferece testemunho alternativo, mas ao invés afirma que toda a tal informação é “boato”.  

16. "Questions asked of David Whitmer at his home in Richmond Ray County, Mo. Jan. 14-1885 relating to book of Mormon, and the history of the Church of Jesus Christ of LDS by Elder Z.H. Gurley," hológrafo nos arquivos da igreja SUD, citado por Richard S. Van Wagoner in "Joseph Smith: The Gift of Seeing," Dialogue: A Journal of Mormon Thought, 15:2 (verão 1982), p. 54.

 17. Uma reimpressão fotomecânica do original do Livro dos Mandamentos de 1833 pode ser encontrada em Joseph Smith Begins His Work, vol. 2 (Wilford C. Wood, 1962). Veja imagem escaneado do Livro dos Mandamentos de 1833, capítulo 9.

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