A igreja do Senhor Jesus Cristo dos Santos dos
Últimos Dias publicou muitas imagens de Joseph Smith ditando o Livro
de Mórmon. Estas representações normalmente mostram Joseph sentado
em uma mesa examinando cuidadosamente as placas de ouro que estão à
sua frente na mesa (1). A impressão que se tem é que o processo de
ditar envolveu o contato visual direto de Joseph com as placas.

Porém, este cenário não se enquadra com o testemunho
daqueles que foram testemunhas oculares ao Joseph Smith ditar o
Livro de Mórmon. Estas testemunhas incluem todas as Três
Testemunhas do Livro de Mórmon (os mesmos indivíduos cujo
testemunho aparece na frente de toda cópia do Livro de Mórmon), como
também a esposa de Joseph Smith, Emma Hale Smith. Eles contam uma
história semelhante de Joseph colocando uma pedra de vidente mágica
em seu chapéu, enterrando o rosto no chapéu e procedendo em ditar o
Livro de Mórmon. Joseph alegou ver no chapéu escurecido as palavras
que ele ditou. Algumas das testemunhas comentaram que as placas de
ouro às vezes nem mesmo estavam à vista quando Joseph ditou o Livro
de Mórmon. Esta evidência do verdadeiro método de tradução de Livro
de Mórmon foi discutida em pelo menos
seis
artigos eruditos diferentes e vários livros por historiadores
mórmons nos últimos 30 anos (2).
Adivinhação:
"Descoberta do que está escondido ou obscuro por meios sobrenaturais
ou mágicos”.— Dicionário de inglês Oxford
É difícil de evitar a conclusão de que a Igreja SUD
deseja se distanciar da evidência constrangedora de que Joseph Smith
descobriu e produziu o Livro de Mórmon em um contexto de magia /
adivinhação / clarividência. Nós encorajamos todos os membros da
Igreja SUD e outros que estão interessados nas alegações SUD, a
revisarem cuidadosamente esta importante evidência. Aqui está o
testemunho ocular do procedimento de ditar de Joseph Smith, seguido
por algumas breves observações e conclusões.

Emma
Hale Smith, esposa de Joseph, foi a primeira pessoa a servir
como seu escriba. Aqui está seu
testemunho, como recontado a seu filho Joseph Smith
III:
"Ao escrever para seu pai, freqüentemente escrevi
dia após dia, muitas vezes sentada à mesa perto dele, ele sentado
com sua face enterrada no chapéu, com a pedra nela, e ditando hora
após hora com nada entre nós”.(3)
David Whitmer
foi uma das Três Testemunhas do Livro de Mórmon. A maioria do
trabalho de tradução ocorreu na casa de Whitmer.

“Agora lhes darei uma descrição da maneira na qual o
Livro de Mórmon foi traduzido. Joseph Smith colocava a pedra de
vidente em um chapéu, depois colocava seu rosto no chapéu e o
fechava bem com as mãos para ocultar da luz; e no escuro brilhava a
luz espiritual. Aparecia um pedaço de algo semelhante a um
pergaminho, e nele aparecia a escritura. Aparecia um caractere por
vez, e debaixo dele aparecia sua interpretação em inglês. O irmão
Joseph lia o inglês em voz alta a Oliver Cowdery, que era seu
principal escriba e quando este anotava, repetia ao irmão Joseph
para ver se estava correto, então desapareceria, e outro caractere
com a interpretação apareceria. Assim o Livro de Mórmon foi
traduzido pelo dom e poder de Deus, e não por qualquer poder do
homem".
(4)
“Eu, como também todos da família de meu pai, a
esposa de Smith, Oliver Cowdery e Martin Harris, estavam presente
durante a tradução.... Ele [Joseph Smith] não usou as placas na
tradução”.
(5)
Martin Harris,
também uma das Três Testemunhas do Livro de Mórmon, contou esta
informação para seu
amigo
Edward Stevenson, que depois se tornaria parte do Primeiro Conselho
dos Setenta SUD.
“Martin Harris relatou um incidente que ocorreu
durante o tempo em que ele escreveu aquela parte da tradução do
Livro de Mórmon que ele foi pedido para escrever direto da boca do
profeta Joseph Smith. Ele disse que o profeta possuía uma pedra de
vidente pela qual ele foi permitido a traduzir, como também do Urim
e Tumim, e por conveniência ele usou a pedra de vidente. Martin
explicou como foi a tradução: com a ajuda da pedra de vidente,
apareceriam frases que eram lidas pelo profeta, depois escritas por
Martin, e quando terminava este dizia ‘escrito’ e se aquela frase
escrita estava correta aquela frase desaparecia e outra aparecia em
seu lugar, mas se o escrito não estava correto, então ela permanecia
até ser corrigido, de forma que a tradução era como estava gravada
nas placas, justamente no idioma usado então”.
(6)
Oliver Cowdery
foi o principal escriba de Joseph para o Livro de Mórmon, e outro
das Três Testemunhas do Livro de Mórmon.

"Esses foram dias inolvidáveis—ouvir o som de uma voz
ditada pela inspiração do céu despertou neste peito uma profunda
gratidão! Dia após dia continuei ininterruptamente a escrever o que
lhe saía da boca, enquanto ele traduzia a história ou relato chamado
'O Livro de Mórmon' com o Urim e Tumim, ou, como teriam dito os
nefitas, 'Intérpretes'.(7)
Como descrito depois neste artigo, o uso dos termos
“Urim e Tumim” por Cowdery foi designação comum entre os mórmons
depois de 1833, para a pedra de vidente de Joseph.
Outras testemunhas oculares
Os testemunhos de Emma Smith, Whitmer, Harris e
Cowdery são confirmados por outras testemunhas oculares.
Isaac Hale,
o pai de Emma Hale Smith, declarou em um depoimento de 1834: “a
maneira na qual ele pretendeu ler e interpretar, era igual a quando
ele caçava tesouros, com uma pedra em seu chapéu, e o chapéu sob seu
rosto, enquanto o Livro das Placas ao mesmo tempo estava escondido
nos bosques.” (8)
O relato em primeira mão de Michael Morse,
cunhado de Emma Smith, foi publicado em um artigo de 1879 na
publicação Saint’s Herald, da igreja Restaurada SUD:
“quando Joseph estava traduzindo o Livro de Mórmon em mais de uma
ocasião estive em sua presença e o vi empenhado em seu trabalho de
tradução. Este procedimento consistia em Joseph colocar a pedra de
vidente dentro de um chapéu, depois ele colocava a cabeça dentro do
chapéu, cobria completamente sua face, apoiava os cotovelos nos
joelhos, e ditava palavra por palavra, enquanto os escribas - Emma,
John Whitmer, O. Cowdery, ou algum outro o escrevia”. (9)
Joseph Knight, Sr.,
um antigo membro da Igreja e um amigo íntimo de Joseph Smith,
escreveu o seguinte em um documento arquivado pela igreja SUD:
“ele traduzia pondo o Urim e Tumim em um chapéu e colocava sua
cabeça nele, e no escuro aparecia uma frase com letras romanas.
Depois ele ditava ao escriba e assim que estivesse terminado ele
dizia que iria aparecer outra e assim por diante. Mas se não fosse
escrito pelo escriba corretamente a frase não desaparecia, então nós
vemos que foi maravilhoso. Foi assim como ele traduziu”.(10)
Joseph usou uma “pedra mágica” anos antes para a
publicação do Livro de Mórmon
Tem sido bem documentado por historiadores mórmons
que durante vários anos antes de produzir o Livro de Mórmon, Joseph
Smith estava bastante envolvido em várias práticas de ocultismo e
magia, inclusive o uso de uma “pedra mágica de vidente” ou “pedra de
espiar” (11). Talvez o relato mais completo desta evidência é dado
por D. Michael Quinn, ex-historiador na Brigham Young University, em
seu livro Early Mormonism and the Magic World View, edição
revisada (Salt Lake City: Signature Books, 1988). De fato, em 1826,
quatro anos antes da publicação do Livro de Mórmon, Joseph foi
preso, encarcerado e examinado no tribunal em Bainbridge, Nova
Iorque, com a acusação de ser “uma pessoa desordenada e um impostor”
com relação a seu uso de uma pedra para procurar tesouros
escondidos. Enquanto a evidência indica que ele foi considerado
culpado desta acusação, o jovem Joseph aparentemente foi solto com a
condição de que deixasse a área (12).
Antes da descoberta do registro do tribunal original
destas acusações em 1971, o apologista mórmon Hugh Nibley, da
Brigham Young University, escreveu que “se este registro de
tribunal é autêntico, é a mais incriminadora evidência em existência
contra Joseph Smith” (13). Este exame de tribunal (agora provado) é
realmente incriminador: significa que Joseph Smith estava
comprometido em caça ao tesouro fraudulento com o mesmo método da
“pedra mágica de vidente” em 1826 - o mesmo período de tempo no
qual, segundo sua história da PrimeiraVisão, Joseph estava recebendo
visitas anuais de Moroni (1823-1827) sobre a recuperação das placas
do Livro de Mórmon. Isto seguramente aumenta a pergunta de se, em
sua história
Excerto do documento de Justiça Albert Neely, de
1826 (Clerk of the Board of Supervisors, Chenango County Office
Building, Norwich, New York.
Clique aqui para ver o
documento completo.

Transcrição do documento de Justiça Albert Neely, de
1826
O povo contra Samuel May/ 22 de março de
1826 Assalto e pilhagem
o mesmo
meus honorários
neste caso caso $1.99
contra Joseph Smith,
contravenção
o adivinhador/ 20 de março de 1826 meus
honorários na causa acima $2.68
O que foi o “Urim e Tumim”?
O termo “Urim e Tumim” é mencionado sete vezes no
Velho Testamento (Ex.28:30; Lv. 8:8; Es. 2:63; Ne. 7:65; Dt. 33:8;
Numera 27:21; 1Sm. 28:6 - nas duas últimas passagens “Urim” aparece
sozinho). Nestas passagens o Urim e Tumim são apresentados como
meios de revelação divina, e são muitas vezes associados com os
vestuários dos sumos sacerdotes, em particular o éfode e o peitoral.
A Bíblia não dá nenhuma descrição do que constituíam o Urim e Tumim,
nem da maneira como era usado. O Urim e Tumim não foram usados
depois da época de Davi (cerca de 1.000 a.C.): “a razão básica para
seu desuso parece ter sido que Deus estava afastando Seu povo de
meios físicos de revelação para uma maior dependência de Sua Palavra
como escrita ou falada pelos profetas”, segundo a Enciclopédia de
Bíblia Padrão Internacional (2º ed., pp. 957-59).
É notável que o termo “Urim e Tumim” não seja
encontrado no Livro de Mórmon e nunca foi usado por Joseph Smith com
referência para produzir o Livro de Mórmon até depois de 1833.
Naquele ano, um amigo íntimo de Smith, W.W. Phelps, especulou que os
intérpretes dos antigos nefitas mencionados no Livro de Mórmon e por
Joseph Smith poderiam ser o Urim e Thummim do Velho Testamento.
Phelps escreveu na publicação de SUD The Evening and Morning Star
(Jan. 1833) que o Livro de Mórmon tinha sido traduzido “com a
ajuda de um par de Intérpretes, ou óculos - (conhecidos talvez, nos
tempos antigos, como Teraphim, ou Urim e Tumim)...” (14) As
palavras de Phelps “conhecidos talvez, nos tempos antigos, como
Teraphim, ou Urim e Tumim” mostram que isso só foi uma mera
especulação de sua parte que ligou a pedra de vidente mágica de
Joseph com o Urim e Tumim bíblico. A especulação de Phelps ganhou
uma rápida popularidade ao ponto onde os escritores SUD usaram o
termo Urim e Tumim para se referir tanto aos intérpretes místicos
que Joseph Smith disse que estavam com as placas de ouro, e à pedra
de vidente que Joseph colocou em seu chapéu enquanto ditava o Livro
de Mórmon. Como resultado, muitas escritos SUD usaram o termo Urim e
Tumim para pedra de vidente. Como exemplo desta confusão dos termos
vemos uma citação do décimo Presidente da igreja SUD, Joseph
Fielding Smith:
“Declarou-se que o Urim e Tumim estavam no altar no
Templo de Manti quando aquele edifício foi dedicado. O Urim e Tumim
tão comentado, porém, era a pedra de vidente que no começo estava na
posse do profeta Joseph Smith. Esta pedra de vidente agora está na
posse da igreja”.(15)
Esta sobreposição dos termos também é refletida no
testemunho de algumas das testemunhas no processo de ditar de
Joseph, como a de Oliver Cowdery citada neste artigo. Porém, de
acordo com David Whitmer, o texto do Livro de Mórmon inteiro que nós
temos hoje veio pela pedra de vidente de Joseph e não pelos
intérpretes nefitas. Em uma entrevista em 1885, Zenas H. Gurley, na
época editor da publicação Saint’s Herald, da igreja
Restaurada SUD, perguntou a Whitmer se Joseph tinha usado sua “pedra
de adivinho” para fazer a tradução. Whitmer respondeu:
“... ele usou uma pedra chamada uma ‘pedra de
Videntes’, pois os ‘Intérpretes’ foram tomados dele por causa de
transgressão. Os ‘Intérpretes’ foram levados de Joseph depois que
ele permitiu que Martin Harris levasse as 116 páginas dos
manuscritos do Livro de Mórmon como um castigo, mas foi-lhe
permitido continuar e traduzir por uso de uma ‘pedra de Vidente’ que
ele tinha, e o qual ele colocou em um chapéu no qual ele enterrou
seu rosto e declarava a mim e a outros que os caracteres originais
apareciam no pergaminho e sob eles a tradução em inglês”.(16)
Estes comentários de David Whitmer sobre a perda dos
“Intérpretes” e o uso posterior de Joseph de sua pedra, ajudam a
esclarecer um pouco a confusão sobre o quê exatamente Joseph usou
para produzir o Livro de Mórmon. Quando Joseph anunciou a descoberta
das placas de ouro com estranhas gravuras, ele também alegou que
havia óculos especiais chamados “Intérpretes” que estavam com as
placas. Joseph disse que estes eram para ajudar no processo de
tradução. Porém, depois que Martin Harris perdeu as primeiras 116
páginas da tradução de Livro de Mórmon que Joseph lhe emprestou,
Joseph alegou que o anjo levou de volta as placas e os Intérpretes
como castigo para Joseph. Ele depois voltaria com as placas, mas
disseram que ele não receberia os Intérpretes, mas lhe foi permitido
usar sua pedra de vidente para produzir todo o Livro de Mórmon que
temos atualmente. Com o tempo, Joseph Smith e outros se refeririam à
pedra de vidente como “Intérpretes” e “Urim e Tumim”.
Doutrina e Convênios 10:1
Deve-se notar que a menção do Urim e Tumim em
Doutrina e Convênios 10:1, datada do “verão de 1828”, foi
colocada nesta revelação em uma data mais recente. Em sua forma
original como capítulo IX do Livro dos Mandamentos de 1833, a
revelação não faz nenhuma menção do Urim e Tumim (17) (veja
a imagem escaneada do Livro dos Mandamentos de 1833, Capítulo IX).
A menção de Urim e Tumim no que agora é designado D&C 10:1 apareceu
pela primeira vez na edição da Doutrina e Mandamentos de 1835
onde é encontra como
Seção XXXVIII.
Notas
1. Veja, por exemplo, The Ensign, January
1996, p. 3; julho 1993, p. 62; novembro de 1988, p. 45; também o
panfleto missionário, "Book of Mormon: Another Testament of Jesus
Christ," (The Church of Jesus Christ of Latter-day Saints, 1987).
2. Grant H. Palmer, An Insider's View of Mormon
Origins Early Mormonism and the Magic World View (Salt Lake
City: Signature Books, 1987; revisado e expandido em 1998, pp.
41-ff); James E. Lancaster, "By the Gift and Power of God,"
Saints Herald, 109:22 (15 de novembro de 1962) pp. 14-18, 22,
33; Edward H. Ashment, "The Book of Mormon — A Literal Translation,"
Sunstone, 5:2 (março-abril de 1980), pp. 10-14; Richard S. Van
Wagoner and Steven C. Walker in "Joseph Smith: The Gift of Seeing,"
Dialogue: A Journal of Mormon Thought, 15:2 (verão 1982), pp.
48-68; Blake T. Ostler, "The Book of Mormon as a Modern Expansion of
an Ancient Source," Dialogue: A Journal of Mormon Thought,
20:1 (primavera 1987), pp. 66-123; Stephen D. Ricks, "The
Translation and Publication of the Book of Mormon," Foundation for
Ancient Research & Mormon Studies, official F.A.R.M.S. transcrito de
uma palestra de vídeo, 1994, 16 páginas.
3. < RLDS the of>, 8 vols. (Independence, Missouri:
Herald House, 1951), "Last Testimony of Sister Emma," 3:356.
4. David Whitmer,
An Address to All Believers in Christ,
Richmond, Missouri: n.p., 1887, p. 12.
5. Entrevista dada ao Kansas City Journal,
June 5, 1881, reimpressa na Reorganized Church of Jesus Christ of
Latter Day Saints Journal of History, vol. 8, (1910), pp.
299-300.
6. Edward Stevenson, "One of the Three Witnesses,"
reimpresso do Deseret News, 30 nov. 1881 in Millennial
Star, 44 (6 fev. 1882): 86-87.
7. Oliver Cowdery, Messenger and Advocatee,
(Kirtland, Ohio, 1834), vol. 1, no. 1, p.14.
8. Depoimento de Isaac Hale em 20 de março de 1834,
citou em Rodger I. Anderson, Joseph Smith’s New York Reputation
Reexamined, (Salt Lake City: Signature Books, 1990), pp.
126-128.
9. Entrevista de W.W. Blair com Michael Morse,
Saints’ Herald, vol. 26, no. 12 (15, de junho de 1879), pp.
190-91.
10. Citado
in Dean Jessee, "Joseph Knight's Recollection of Early Mormon
History," BYU Studies, vol. 17:1 (outono de 1976), p. 35.
11. D. Michael Quinn, Early Mormonism and the
Magic World View (Salt Lake City: Signature Books, 1987;
revisado e expandido em 1998, pp. 41-ff); veja também Ronald W.
Walker, "The Persisting Idea of American Treasure Hunting" in
Brigham Young University Studies, vol. 24, no. 4 (Fall 1984),
pp. 429-59, e Fawn M. Brodie, No Man Knows My History: The Life
of Joseph Smith the Mormon Prophet, 2nd ed (New York: Alfred A.
Knopf, 1986), pp. 16ff.
12. Quinn, pp. 44ss.; e H. Michael Marquardt e Wesley
P. Walters,
Inventing Mormonism: Tradition and the Historical
Record
(Salt Lake City: Smith Research Associates, 1994),
pp. 70ff.
13. Hugh W. Nibley, The Myth Makers (Salt Lake
City: Bookcraft, 1961), p. 142.
14. W.W. Phelps, Evening and Morning Star,
vol. 1, no. 8, (Independence, Missouri, January 1833) p. 2., de uma
reimpressão fotomecânica do original.
15. Joseph Fielding Smith, Doutrinas de Salvação,
3 vols.
(Salt Lake City: Bookcraft, 1956), 3:225. J.F. Smith
tenta minimizar a idéia de que Joseph Smith de fato usou a pedra de
vidente para produzir o Livro de Mórmon. Porém, ele não identifica
as fontes para a idéia nem oferece testemunho alternativo, mas ao
invés afirma que toda a tal informação é “boato”.
16. "Questions asked of David Whitmer at his home in
Richmond Ray County, Mo. Jan. 14-1885 relating to book of Mormon,
and the history of the Church of Jesus Christ of LDS by Elder Z.H.
Gurley," hológrafo nos arquivos da igreja SUD, citado por Richard S.
Van Wagoner in "Joseph Smith: The Gift of Seeing," Dialogue: A
Journal of Mormon Thought, 15:2 (verão 1982), p. 54.
17.
Uma reimpressão fotomecânica do original do Livro dos Mandamentos de
1833 pode ser encontrada em Joseph Smith Begins His Work,
vol. 2 (Wilford C. Wood, 1962).
Veja imagem escaneado do Livro dos Mandamentos
de 1833, capítulo 9.